nostalgia
Dezembro 21, 2007 at 12:57 pm | In Viper, recordar é viver, velha Natasha | No Commentsho ho ho
Dezembro 20, 2007 at 11:17 pm | In Viper, good times, informo, momento Dilbert, papinhos amenos, velha Natasha | No Commentsmasahhh, voltamos ao velho ritmo de abandonar a naty por quase um mês!
bom, bem q eu gostaria de decorar por aqui, como nos natais passados. mas digratis nao dá pra mudar nada (só a img do topo). tudo bem, já tá em cima da hora e eis aqui a fotinho da nossa árvore pra compensar.
pois então… neste “meio tempo” do sumiço, rolou uma sala de reuniões e eu praticamente vi o roberto justus ali dizendo q eu estava sendo … (pausa dramática) … contratada! huahuauhahuahu… foi muito engraçado. agora com mais 48minutos de trabalho por dia, mudanças drásticas na equipe (”quebraram nosso coração em duas metades que separadas não entregam nada no prazo”, disse a inspiradíssima minha colega) e zilhões de emails… mas sempre é bom um tumultinho.
o q mais aconteceu?? hmmmm… o niver da clau, a cujas festinhas eu não compareci. a do dia pq era pagodão, o chá pras velhas no domingo pq fui pra são paulo. ela tem q contar como foi!
aliás… essa ida pra sp foi meu primeiro VÔO, tudo tranquilo. e a cidade, como já disse pra todo mundo, bem mais simpática e com muito mais verde do que eu imaginava. curti. a firma foi legal conosco, ganhou um polegar levantado. em compensação, rolam boatos de que não vão dar panettone este ano! tudo bem, dessa vez passa. fica por aquele risotto de pato com funghi com abóbora com sálvia q eu comi no hotel.
falando em panettone, fiz alguns essa semana. ficou seco mas vou continuar tentando.
mui bien. por último quero recomendar (só pra clau, né) o blog da nossa leitora. a clau até já foi citada nos comments - estreados por mim, by the way.
feliz natal pra vocês!
sem titulo
Setembro 4, 2007 at 12:32 pm | In Viper, informo, papinhos amenos, santo angelo, sem loção, velha Natasha | 4 Commentsai. estou vendo q toda semana o lembo escreve um texto pra dinalva* no terramagazine… mas o de hoje nem li inteiro, era muito comprido e pelo começo já vi q era igual aquele sobre a fofoca. mas era sobre a violação da privacidade nestes dias de hoje! outra faceta cabulosa das pessohumanas, ficar bisbilhotando. não resisti, li mais e achei este trecho ótimo:
Quando do nascimento, as famílias se reuniam. Esperavam o momento decisivo do parto. Corria risco a mulher. Em seu entorno, a grande expectativa. Até o momento do primeiro vagido, desconhecia-se o sexo do nascituro.
Na morte não era diferente. Todos circunspectos aguardavam o último momento. Nada de UTI ou isolamento. Morria-se à vista de todos e acompanhado por todos. A família, ainda uma vez, reunida.
Hoje tudo mudou. Devassaram-se as intimidades. Nos programas de rádio e televisão, fala-se sobre tudo. Nos sítios eletrônicos, os diálogos mostram-se sem parâmetros. Um mórbido prazer de desvendar o âmago das pessoas.
tá, agora chega. chega de lembrar dos bons tempos em q sabíamos o sexo só quando o nascituro vagia.
estou gripada e felicíssima com o feriado q se aproxima. e preciso ganhar mais, alguma sugestão? tambem preciso de algum babado internético, bloguístico etc (mas tendo a ver com as pessoas e não só com os softwares pq eu faço comunicação e não informatica) para fazer minha monografia sobre, alguma sugestão?
meu ouvido esquerdo está zumbindo MUITO CHATO. e isso é consequencia dos problemas mandibulares. às vezes dá vontade de chorar implorando silêncio.
e começou a época de nós pobres nos declararmos isentos. ainda bem q todo mundo entende q é “isento da declaração do imposto de renda”, pq senão a frase ficaria engraçada.
meu nariz tá chato, eu tb estou (mais) chata, por isso that’s all, folks.
* a dinalva era nossa profe de português na gloriosa escola da uri, onde as pessoas treinaram bastante pra redação do vestibular com esse tipo de textinho bocaberta. já eu tinha um grande bloqueio e escrevi com muito sofrimento mais ou menos um texto por ano, sendo q em um dos anos, depois de eu ter varado a noite escrevendo, ela ainda disse q minha amiga mariana machado (citada na naty já algumas vezes) devia ter escrito o texto (q ela tinha escrito e me dado, não q ela deveria ter escrito).
várias
Agosto 3, 2007 at 11:36 am | In Viper, papinhos amenos, velha Natasha | No Commentsestou tentando não ficar só reclamando aqui, por isso dei uma aquietada depois da ENXURRADA de posts.
e essa chuva, hein?
pois é.
muito bem, então. agosto já. aliás, nem precisamos de agosto esse ano, pq julho já foi agosto. naquele sentido cachorro-loucal q se fala por aí.
e segunda já tenho aula de novo, q coisa. nem senti férias nenhumas (nenhumas?) por causa do intensivo de italiano nas noites todas… mas foi bom. vejam como isso aqui (essa coisa de blog) é um DUCUMENTO! o começo deste curso foi devidamente registrado na Natasha em 2002. há milênios!
aliás. estes tempos pensei nisso. estava lembrando de coisas da minha época catarina (99-00) e pensei bahhh…
longa pausa de olhar perdido de constatação do óbvio-nunca-reparado
… não tenho registros daquela época… onde estava a Natasha naquela época, jesus??
claro q tenho registros na memória e até umas fotos (cartas eu queimei, lembram?) e talz, sem falar OBVIAMENTE nos meus amigos todos.
mas aí foi q me liguei q esta naba aqui é tipo uma ata, vão dizer. pelo menos eu muitas vezes vou consultar os arquivos pra ver em q mês foi isso ou aquilo, e tirar dúvidas de vários níveis. e quando leio os arquivos descubro coisas q não lembraria nunca mais se não estivesse ali.
e não q isso seja bom, tb. me sinto meio presa.
aliás. não só a naty. todos esses logins e senhas não fazem vcs se sentirem meio presos tb? eu acho tão libertador deletar uma conta, me descadastrar. e não só na internê. não vejo a hora de fechar minha conta do bradesco, mas é lãããã na otto a maledetta agencia - foi a empresa subterrânea q abriu, pra nos pagar. tb quero fechar a do banrisul mas essa ainda pode de repente muito vagamente ser útil qq dia.
estes tempos recebi um email de aviso de um hospedeiro de arquivos, dizendo q minha conta ia morrer pq eu já não acessava há tantos dias. aí pensei “q morra”, pq não tinha curtido muito o silvicio lá. mais uns dias, mais um email tentando me apavorar “vai morrerrrrr, vai morrrerrrr”. aí passou o dia da morte. eu abri outra conta em outro hospedeiro q foi um saaaaacoooo, não consegui fazer nada, desisti e pensei “bem feito (pra mim), agora vou ressuscitar a conta morta no outro”. fui lá e loguei, naquelas “sei q morreu mas não custa dar uma cutucada no corpo”. e entroooooooooooooooooooouuuuuuuuuu!!!!! fiquei muito decepcionada. todo o meu sentimento de libertação tinha sido uma ilusão! meu arquivo-em-questão tinha sido deletado, mas só isso não liberta.
vou tentar fazer uma lista das minhas contas da internet, e depois tentar começar a deletar algumas. vai ser tão bom! esquece, filha.
ó, o sol está aparecendo… e é hora de almoçar e eu quero evitar a todo custo o restaurante semi-escroto. veremos o q fazer.
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