meus problemas capilares acabaram?
Julho 31, 2007 at 1:41 pm | In Viper | Leave a Commentfiquei sabendo da existência de uma coisa q talvez desse um jeito no meu cabelo.
POR QUE a coisa tem q ser tão cara??
aceito de presente.
E*anue*le,
Julho 30, 2007 at 11:23 pm | In Viper | 1 Commenta ra**ha da ga***ia!
reparamos q ninguem apareceu aqui via motores de busca, entao fui obrigada a usar deste artificio esdruxulo q eh escancarar. na velha naty essa era a campea de buscas. vamos ver se nossos velhos buscadores voltam!
update em 10/10/07: funcionou, mas daí foi demais. chega! tirei todas as referências.
ultramanos
Julho 29, 2007 at 2:05 am | In Clau | Leave a CommentFui quinta no tal de Projeto Ultramanos – A volta dos que não foram (quer dizer, a volta do Tonho Crocco e, para minha surpresa e alegria, do Zé Darcy tb). Eu nunca tinha ido no Ocidente na vida, acredite quem quiser. Pra começar eu tive que deixar a stella dormindo para só então poder sair. Já eram uma 22H30Min quando eu saí de casa e fui rumo a parada de bus do T-5, há algumas quadras aqui de casa, “apertando” totalmente, se me entendem. Quando cheguei na parada me lembrei que tinha esquecido a identidade e, após uns minutos de indecisão, voltei em casa para buscar. Eu imaginei que sendo show certamente não me pediriam a identidade na entrada mas, como Lei de Murphy existe, não quis arriscar. Obviamente ninguém me pediu porra nenhuma na entrada, além do ingresso. E nessa ratiada foram-se 10 reais com um táxi.
Cheguei lá e o show já tinha começado, o que me fez perder “Tubarãozinho” e com certeza mais algumas músicas (imagino que 3 ou 4) o que já me deixou meio de cara. E seguinte: não dava pra andar lá dentro. E como a banda fica ao mesmo nível do público eu não enxergava ninguém, chegando ao cúmulo de eu ouvir uma das minhas músicas preferidas – “Amiga” – virada pra uma parede. Bom, decidi que isso NÃO IA FICAR ASSIM e me mandei para uma brecha perto da sacadinha e me dei bem: era bem a entrada da banda no “palco”, deu pra ver o show todo “de ladinho”, via todos os rapazes em fila… um outro ângulo de se ver as coisas… como sempre tava muito bom, mas eu ainda não tinha entrado no “clima”.
Teve o momento participação do Edu K no show, que surgiu impecável com uma legging preta por baixo de uma bermuda praieira nada discreta, com um moleton de capuz idem, umas pantufas daquelas coloridas como o arco-íris e um Bob Esponja pendurado no pescoço. O bom desta participação foi o Revival de clássicos do faith no more entre outros que me fizeram lembrar muito os anos de 92/93… tempo em que o Edu K se referiu a “quando eles eram loucos”. E por acaso ainda não são???
Depois sim veio uma boa leva de músicas importantíssimas da banda, culminando com a já esperada mas sempre empolgante PELEIA dos guris. Devo confessar que a partir de LA NEGRITA eu entrei mesmo no clima e já estava pulando e chutando o que viesse pela frente, não importa se eram as caixas de aparelhagem ou as canelas do segurança que tava ali. Deu pra curtir bacana.
Eu gosto muito de analisar o comportamento dos guris no palco. O Marcito anda bem mais comedido em suas participações ao passo que o dj anderson parece tomado de um “estrelismo” que não fazia parte da sua figura antes. Não sei o que pode ter acontecido para a mudança. O Tonho pegou uma mania insuportável de ficar várias músicas cantando com uma toalha na cabeça. Já venho notando isso em todos os shows que eu fui este ano (quatro). Mas, ele pode né. QUE VOZ!!!!!!!!!
Pra finalizar a noite, resolvi dar uma subida para conhecer o local, já que era a minha primeira vez. Parei no bar de cima e pedi uma ceva – tava na seca até então – já meio arrependida pq não tava a fim de tomar toda sozinha (mas acabei tomando) e o … barman (?)… puxou papo comigo. Depois veio uma outra loka e ficamos os três papeando, eu espantada comigo mesma de estar assim tão… acessível. O cara após alguns minutos de papinho trocou o meu copo de plástico por um de vidro que, desconfio eu, seja o código deles para demonstrar interesse, por que na festa junina da VIVO tb rolou um “flerte” com o garçon, que trouxe uma taça de vidro chiquérrima só pra mim. Ficamos ali nessas até umas 2hs eu acho, pessoas bem legais. Na saída ele me acompanhou até o táxi e dessa vez não ficou só no flerte… hauhauaauahauaa
Hj tinha show da Ultramen em São Leopoldo e eu pensei em ir, mas tirei o dia para ser mãe, passeando muito com a stella. E esta friaca tb não está no gibi!!!
pandemonium
Julho 28, 2007 at 5:37 pm | In Viper, argh | 1 Commentobviamente eu não comentei pq não vi nada pq acho essa coisa toda uma palhaçada MAS lendo por aí tomei conhecimento de alguns acontecidos ditos “chatos” na tal abertura.
aí fui catar, né, pq sou curiosa.
vi a elza soares cantando o hino – não reparei em erros ou esquecimento da letra, como disseram, só umas baixadas de volume q talvez possam ter sido tentativas* de disfarçar isso. mas enfim. tirando a maquiagem dela, q, né, certamente tem motivos, nao achei nada de horrivel nela e sua versao do hino.
BUT as pessoas. nestes casos em q vem alguém cantar uma versao do hino, q as pessoas ainda nem sabem como será (se fosse o humberto gessinger, as frases teriam sido trocadas capciosamente (sempre duvidei dessa grafia mas diz q tá certo) tipo “ouviram do ipiranga às margens plásticas”), as pessoas não deveriam cantar junto. tá, não tem como querer impedir uma criatura de cantar o hino, mas q maniazinha imbecil, jesus. por acaso é crime não cantar o hino??? (haha vou procurar no google – ou melhor: perguntar pra ele e sem as aspas como as pessoas gostam de fazer – “quero saber se é crime não cantar o hino” auhauhuhauhauha)
aí ficou aquela coisa patética. as pessoas cantando INUNISSONAMENTE (dissonantemente?) com a mulher, ficou chato. podia ter sido bonito, sem as pessoas. mas afinal, as pessoas nao conseguem se conter nos shows “acústicos” e ficam batendo palminhas “no ritmo” das músicas, por q deveriam se conter na versao do hino da elza soares?
bom, pra fechar com chave de ouro o constrangimento (o meu, pelo menos. e isso q eu estava aqui sozinha vendo no youtube e ouvindo com fones) vem o galvao bueno. e o galvao bueno não podia fugir da sua clássica pamonhice, pq é isso q ele é, um pamonhão, e vem com sua rasgação de seda “olha, é de gente como essa senhora – nao vou dizer a idade dela pq seria falta de educação, mas são décadas de talento, de rrrrraça e de garrrrrra, na arte e na vida – a ex-mulher de garrincha, a capella, talvez a mais linda interpretação DA HISTÓRIA do hino nacional brasileiro, com um coral de 50 mil vozes!!!!” (transcrevi talequal um bom copydesk).
fala seriooooooooooooo… o galvao me causa ENGULHOS – e acho q é a primeira vez q uso esta palavra escrita.
e notem q parece q ele vai completar a frase “é de gente como essa senhora” com algo como “q o país/o mundo/o esporte brasileiro/o rio de janeiro/a música brasileira/a alegre torcida brasileira/o programa do raul gil precisa” mas infelizmente ele se perdeu em tanta emoção (AGUENTA CORAÇÃO!), e afinal era – talvez – A MAIS LINDA interpretação DA HISTÓRIA DO HINO, se perdeu e nunca saberemos qual seria o brilhante final daquela frase.
outra coisa q li e conferi foi o povo, mal educado até o último fio de cabelo, “respondendo” “oi” quando um castelhano dizia “hoy” no discurso. depois querem q o brasil seja respeitado por aí. chinelagi.
o encerramento deve ser por agora, mas eu só vou saber depois q ler alguma coisa neste estilo.
* me puxei na incerteza, hein
bon apetit
Julho 27, 2007 at 2:15 pm | In HVE, Viper, argh | Leave a Commenteu almoço muitas vezes em um restaurante semi-escroto aqui perto que é muito frequentado pela Horda das Velhas Escrotas.
hoje uma delas estava vindo na contra-mão do buffet – claro – e parou na minha frente, e nós duas na frente do talharim. eu me servia do dito, e ela pegou o outro apetrecho-servidor e se serviu tb, dizendo “será que essa massa tá dura? massa italiana é dura, né? eu tenho horror de massa dura!” e nisso pegou COM AS MÃOSSSSSSSSSSS uns fios da massa (tecnicamente, fitas, pq era talharim) pra arrebentar e ver se a dureza era compativel com seu gosto refinado.
libri
Julho 26, 2007 at 1:30 pm | In Viper, good times | Leave a Commentai q emoção! me sinto uma “blogueira” huauhauhauha… pq o Luís me passou um meme.
a gente nunca foi PARTE de alguma rede dentro da “grande rede”, nunca tivemos um grupo de blogs amigos – tá, me entendam bem: desde há muito temos amigos donos de blogs q lemos e linkamos, tem também os blogs q lemos e não linkamos, tb tem umas coisas q linkamos e eu não leio =P e de minha parte leio muitos blogs por aí sendo essa – a leitura – a única ação q me liga a eles. desses, muitos formam uma comunidade (saberei melhor como falar sobre isso daqui um ano, depois da mono), e desse tipo de comunidade foi q nós nunca fizemos parte. e por isso nunca teve essa coisa de meme. e tb pq a gente quer ser original, né. eu pelo menos sempre quero fugir das modinhas pras pessoas nao pensarem q sou maria-vai-com-as-outras uhauhauhauhahau…
mas achei muito legal o Luis passar a “tarefa” pra mim, justamente pq estamos assim meio numa ilha da blogosfera.
BOM, a questão é: descrever as minhas cinco leituras mais marcantes/presentes. hmm… descreverei a presença delas e não elas, como o Luís fez.
cem anos de solidão. tá, nada original, mas é, tanto q foi o q primeiro veio à mente. não lembro bem por que resolvi ler – na época (não sei qual era a época, algo entre meus 14 e 16 anos talvez) eu nao sabia disso q todo mundo costuma saber sobre o livro ou o cara. e tentei começar muitas vezes, mas na primeira página me parecia tão tão tão chatoooooo, eu lia e parava pq não conseguia me concentrar, e sempre na primeira página. aí um dia, num arroubo de determinação, resolvi q ia pelo menos passar da primeira. aí passei e adorei e li tudo. aí foi isso. acho q foi aí q eu descobri o termo realismo fantástico, e tb descobri q eu acho isso o mááááximo!! eu sou do tipo q lê essas coisas sorrindo e fica imaginando como seria legal. pq tem gente q lê e acha idiota, pelo absurdo e tal. tsc tsc. o exemplar que eu li e continua comigo é da minha tia Mã e tem essa capa aí (sem essa etiqueta com código de barras). e tem uma fita no nosso senhor do bomfim de marcador.
nessa “linha” (auhauhauhuha) e nessa época eu tb comecei a ler o moa. o moa-cyr scliar. e curti bastante também, mas agora depois de já ter lido vááários, estou meio decepcionada com um aspecto: fica tudo meio igual. tipo… o primeiro dele q eu li foi Doutor Miragem. bem legal (pelo q me lembro), coisas acontecendo “em separado” e quando vemos as coisas estao juntas e um cara citado antes descobrimos q é o mesmo cara de agora (mas como nao percebemos??), etc. daí li O Centauro no Jardim, se bem me lembro tb tem essa coisa de personagens q ressurgem – se tornou meu livro preferido na época… aí… nao lembro qual outro q eu li e q tb tinha isso, de um personagem citado antes ressurgir em outras circunstâncias e tal. no A Guerra do Bom Fim tem o pederasta de lábios úmidos no meio da Redenção que fala “vem cá, meu quinta-coluna lindo” pra cada um dos personagens, em momentos diferentes… e agora estes dias li A Mulher que Escreveu a Bíblia e adivinhem! então, né. no próximo ele poderia de repente parar com isso, pq já tá manjadíssimo! mas mesmo assim esse da mulher da bíblia é legal, ainda mais se o leitor tiver algum conhecimento dela (da bíblia). digo, todos são bem legais, inclusive gosto dessa coisa aí do mesmo cara aparecer de novo, sumir e ressurgir e tal, só q assim já tá demais! bom, incluo aqui não um livro mas o Moa em si como uma dessas “leituras mais presentes”, pq de fato é bem presente… além dos citados li mais váááários, tem uns contos óóótimos, tipo o das ursas q foi tema de uns emails no nosso grupo de emails da fabico.
não sei se conta mas vou colocar mafalda. não sei se eu já era irremediavelmente uma criança besta se achando muito adulta e por isso a mafalda apenas caiu bem ou se ela teve grande responsabilidade e destacou isso, irremediavelmente. sei q eu adorava, entendia boa parte e as coisas q eu não entendia eu tentava aprender o q eram (tipo a ONU!). e lia zilhoes de vezes, o q não foi fisicamente salutar pros livrinhos. e então com 8 anos eu tinha insônia pensando no tráfico de cocaína (a mafalda nunca falou no tráfico, q eu lembre, mas né… é assunto de adulto igual). e fui relendo relendo relendo a vida toda, então é presentíssima tb. continuo relendo. (e o quino está na nossa tripa de links.)
“a título de” marcante, devo colocar A Casa da Esquina, do tão-exaltado-aqui-na-Natasha Duca, o Leindecker. pq foi a primeira vez q li sobre a infância do jeito q eu tinha a sensação da infância. não sei se fui clara, mas tipo… estou lendo agora Coraline, do Neil Gaiman. a Coraline esta deve ter uns 10 anos, acho. é legal o estilo da narrativa, mas não me ocorre aquela empatia. tá, não é na primeira pessoa e a casa da esquina sim, mas não é isso q determina essa COISA de q estou falando. as açoes da minha infância se parecem muito mais com as da coraline do q com as do duca, mas mesmo assim não me identifico com ela e sim com ele, por causa disso. ah, nao sei explicar, é uma percepção da infância com a qual eu me identifiquei, pronto. e ele escreve muito bem, se querem saber. este livro eu comprei quando morava em BC. fui no shopping comprar uns remédios pq estava com uma gripe violenta. mas vi o livro, gastei nele o dinheiro dos remedios e li inteiro na mesma noite. uns anos depois li o outro, A Favor do Vento, mas com a pós adolescencia dele já nao me identifiquei.
fiquei muito sem saber o q escolher por último, mas resolvi pelo Neruda (não sei qual foi o primeiro q eu li, mas também foram todos da Mã), só pq antes de ler-lo eu odiaaaaaaaaaava poesia. mas isso pq só conhecia baboseiras. não q agora eu seja fã da coisa, mas sei q podem ser legais tambem. tb enriqueceu o vocabulario em espanhol com palavras ótimas tipo terciopelo.
bien, com essa lista, q está em ordem de lembrança, dá pra ver q a moral pra leitura marcar ou estar presente pra mim é o humor… tu vê… percebi isso só agora =) curti o exercício. não costumo pensar tão organizadamente assim.
pela definição, o meme tem q ir adiante néammm… mas como ainda somos uma ilha, sugiro apenas q a Clau responda. quem sabe assim ela resolve estrear o wordpress logo! (é q ela anda sem tempo, agora q ela trabalha de verdade uhauhauha)
“cinco anos de muito mau humor, sarcasmo e diversão”
Julho 25, 2007 at 3:34 pm | In Viper | Leave a Commentassim o Luís se refere a nós aqui =) ADOREI. e aí me dei conta… então as pessoas percebem o mau humor? auhauhuhauha…
estes tempos, não há muito tempo, lendo os arquivos foi q eu percebi isso. como eu reclamoooo!! digo, como eu reclamo AQUI né, pq na vida real eu tenho consciência. digo, tenho consciência do tamanho da minha rabugice.
é q eu tenho esta necessidade de reclamar. e eu só convivo diariamente “na vida real” com o marcelo, então é só ele coitado pra me ouvir reclamar pessoalmente. então quando ele não está ou eu já reclamei bastante pra ele, eu reclamo aqui pra poder compartilhar. nao é bom, isso? =) sem falar q algumas reclamações podem ser até úteis pra alguém.
(claro q falar eu falo com outras pessoas durante o dia. muito mais com conhecidos do q com pessoas realmente próximas. mas se eu fosse ficar reclamando pra todas elas, eu seria uma daquelas pessoas q eu odeio)
bom, mas estou tentando diminuir a rabugice, pelo menos a interna. sim, pq internamente eu sou ainda mais chata do q eu aparento, creiam. na rua, no ônibus, eu olho pras pessoas e rola uma conversa interna no meu cérebro.
- onde esse cara vai com essa cara de bêbado?
- deixa o cara em paz
- ó, de novo aquela chata. vai, desce logo, chata
- deixa a mulher, coitada
- rá, e essa feia aí? ainda usa um chapéu desses pra piorar a cara
- ela nao tem culpa pela cara, cazzo
- mas que matraca, jesus querido (sim, eu falo jesus querido uhauhauhauhauha)
horrível, eu sei. mas acho q aos poucos funciona, a parte que manda parar de prestar atenção nos outros vai acalmando a outra.
BOM, falando em onibus, estes dias achei muito engraçado q pela primeira vez ouvi uma frase que nao fosse “com licença” ou “ss-ss” (q é o comlicença mais comum de se ouvir por aí) pra querer dizer isso, q foi “deixa eu sentar aí nesse cantinho?” uhauhauhauhauh… adoreeeeeeeeeeeeei a humildade do cantinho!! Bom, o cantinho em questão era um assento igual aos outros. O cara não devia estar acostumado a espaços restritos.
ouvi no bus
Julho 19, 2007 at 11:07 am | In Viper | 1 Comment- porque eu sempre tive que ir atrás, não tenho mãe e pai pra me dar, não tenho ninguém que me deje.
o mistério do código chave
Julho 18, 2007 at 5:21 pm | In Viper, bad times, pândega, sem loção | Leave a Commenthoje os usuários do fotolog terra se rebelaram e estão postando um protesto contra a imagem de verificação aquela pra verificar a condição HUMANA de quem estiver comentando no post.
bom, isso logo hoje, depois desse acidente horrível em são paulo. entao alguns fotologueiros nao sabem muito bem se postam sobre a tragédia ou mantêm o post-protesto. daí q eu li coisas absolutamente SEM LOÇÃO por causa disso.
(não coloquei os links nas declarações pq eles ficaram se copiando e colando em todos os fotologs, então nem sei qual foi o original)
“No dia em que choramos os mortos da maior tragédia da história da aviação brasileira, nós fotologgers do Terra protestamos contra o sistema de validação (CAPTCHA) que ao tentar impedir o acesso automático por robôs de spam, acaba dificultando tremendamente a tarefa para seres humanos normais. “
num comentário:
“Estou passada, outro acidente como o que aconteceu há pouco tempo.
Esses caracteres também, que me deixam nos nervos.
Mudança quando???? (Precisamos de mudanças no Terra, no Brasil e, principalmente no Mundo!!!!!) “
impressionante.
fora estas relaçoes absurdas entre os dois assuntos, li também:
“ESSE SISTEMA DE VALIDAÇÃO É UMA PORCARIA VERGONHOSA,
QUE FORÇA A VISTA DE MUITAS PESSOAS “
“Já faz tempo que o Terra tá com esses números virulentos aí”
” Grande amigo Mark ! apesar de todos os esforços infelismnte sabemos que nada se resolve como todas as coisas nesse país e digo que infelismente vivo aqui por enquanto mas não posso reclamar dos amigos que tenho por aqui pela fidelidade e consideração de todos ! Por esse motivo estou aderindo a campanha mas confesso que não confio nem um pouco nesse TERRA. “
“Importante manifesto Lê. Realmente é muito difícil decifrar o código chave.”
e esta q eu particularmente adorei:
“A ideia do protesto é boa, mas tem de ser associada a outras providências, o Terra não vê nossos post, a não ser quando são denunciados, pois denunciem os post que aderiram ao protesto, forçando-os a ver que estamos indignados com estes números de validação.”
fizeram até um gif lindo! uhauhauhauha…
bom, eles podem ter razão e tudo mais, mas os comentários são na maioria bem forçados, né… whatever, achei muito engraçado (claro, tirando os q bizarramente mesclaram isso com o acidente), principalmente a parte dos “números virulentos” e o “não confio nem um pouco nesse TERRA“, onde TRANSBORDA asco auhauhuhauhauhauha…
layout
Julho 16, 2007 at 11:31 pm | In Viper, informo | 4 Commentsmudei de novo o template, pq uma coisa q me irrita eh paragrafo justificado como tinha no outro. esse aqui tb tem o horario do post, q tb achei q fazia falta. e no fim, achei bem mais bonitinho.
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